(Mastectomia)
A cirurgia de masculinização do tórax (mastectomia) é um dos procedimentos mais procurados por homens trans uma vez que esta intervenção possibilita a remoção do tecido mamário e o excesso de pele.
As mastectomias realizadas em homens trans são bastante distintas das que são efetuadas em mulheres cisgénero.
Em alguns casos, se os mamilos e aréolas tiverem tamanho e forma adequados ao novo tórax, é possível mantê-los. No entanto, na maioria dos casos são necessários a redução e o reposicionamento do complexo mamilo-areolar para criar um peito mais plano e masculino.
Para além do resultado, um dos objetivos será minimizar as cicatrizes e preservar a sensibilidade dos mamilos, porém dependendo do caso clínico, podem existir alguns casos em que nem sempre seja possível.
No Transgender Health Institute utilizamos duas técnicas distintas para a realização desta cirurgia:
A seleção da técnica é elaborada de acordo com o tamanho da mama e da qualidade da pele do paciente. É importante reforçar também que o uso de binding (um “peitoral” que oculta a mama) duranterios anos pode limitar a escolha da técnica pelo cirurgião e afetar o resultado, já que podem ser cauasados lesões aos tecidos provocadas por este procedimento.
A técnica periareolar está indicada para quem tem um peito pequeno e uma pele mais elástica, permitindo uma maior preservação do complexo mamilo-areolar, assim como a diminuição de cicatrizes visíveis.
A incisão é feita através da aréola (em forma de “U”) por onde o tecido mamário é removido, ficando a cicatriz praticamente impercetível ao final de alguns meses. Tal como referido, a mastectomia periareolar permite uma maior preservação da sensibilidade e da naturalidade do peito, tendo apenas como única desvantagem não permitir o reposicionamento das aréolas.
A técnica inframamária está indicada para quem tem o peito volumoso e/ou caído. Através da mastectomia, com a dupla incisão, é permitido retirar uma quantidade expressiva de tecido mamário e pele. Nesta técnica os mamilos e aréolas são removidos, podendo ser reduzidos e reposicionados em forma de enxerto de acordo com o novo tórax.
Em alguns casos, poder-se-á complementar a mastectomia com a lipoaspiração para um melhor contorno do peitoral.
Esta técnica possui a desvantagem de poder afetar a sensibilidade dos mamilos e, as cicatrizes, contrariamente à técnica periareolar, são mais expostas e permanentes, devendo diminuir gradualmente no decorrer do primeiro ano pós cirúrgico.
Em alguns casos, se os mamilos e aréolas tiverem tamanho e forma adequados ao novo tórax, é possível mantê-los. No entanto, na maioria dos casos são necessários a redução e o reposicionamento do complexo mamilo-areolar para criar um peito mais plano e masculino.
Para além do resultado, um dos objetivos será minimizar as cicatrizes e preservar a sensibilidade dos mamilos, porém dependendo do caso clínico, podem existir alguns casos em que nem sempre seja possível.
No Transgender Health Institute utilizamos duas técnicas distintas para a realização desta cirurgia:
A seleção da técnica é elaborada de acordo com o tamanho da mama e da qualidade da pele do paciente. É importante reforçar também que o uso de binding (um “peitoral” que oculta a mama) duranterios anos pode limitar a escolha da técnica pelo cirurgião e afetar o resultado, já que podem ser cauasados lesões aos tecidos provocadas por este procedimento.
A técnica periareolar está indicada para quem tem um peito pequeno e uma pele mais elástica, permitindo uma maior preservação do complexo mamilo-areolar, assim como a diminuição de cicatrizes visíveis.
A incisão é feita através da aréola (em forma de “U”) por onde o tecido mamário é removido, ficando a cicatriz praticamente impercetível ao final de alguns meses. Tal como referido, a mastectomia periareolar permite uma maior preservação da sensibilidade e da naturalidade do peito, tendo apenas como única desvantagem não permitir o reposicionamento das aréolas.
(Double Incision)
A técnica inframamária está indicada para quem tem o peito volumoso e/ou caído. Através da mastectomia, com a dupla incisão, é permitido retirar uma quantidade expressiva de tecido mamário e pele. Nesta técnica os mamilos e aréolas são removidos, podendo ser reduzidos e reposicionados em forma de enxerto de acordo com o novo tórax.
Em alguns casos, poder-se-á complementar a mastectomia com a lipoaspiração para um melhor contorno do peitoral.
Esta técnica possui a desvantagem de poder afetar a sensibilidade dos mamilos e, as cicatrizes, contrariamente à técnica periareolar, são mais expostas e permanentes, devendo diminuir gradualmente no decorrer do primeiro ano pós cirúrgico.

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